Cobrança que não chega ao cliente é cobrança que não converte. Um grupo de parques aquáticos operava sua régua de cobrança e relacionamento exclusivamente por e-mail, com cerca de 9.000 disparos mensais por empresa. O canal funcionava, mas deixava uma parcela enorme da base sem cobertura. E o WhatsApp, justamente o canal preferido pelos clientes, estava completamente fora da estratégia.
Uma base de dados que impedia enxergar a inadimplência
Havia ainda um desafio na base de dados. Anos de informação inconsistente no sistema dificultavam a visibilidade real da inadimplência. Qualquer ação de cobrança era feita no escuro, sem saber o tamanho verdadeiro do problema.
A régua migra para o WhatsApp e os dados começam a ser saneados
A Syngoo migrou a régua de cobrança do e-mail para o WhatsApp e estruturou campanhas ativas segmentadas via API, com volume estimado de 20.000 disparos mensais, o dobro do e-mail. Em paralelo, começou o trabalho de saneamento dos dados históricos de inadimplência, para que a operação passasse a enxergar com clareza onde estava a receita a recuperar.
De 9.000 para 20.000 disparos por mês, a R$ 2.000 de custo
O ganho imediato foi de alcance. O canal de cobrança passou do e-mail para o WhatsApp, o preferido do cliente, e o volume de disparos subiu de 9.000 para 20.000 por mês, um crescimento de 122%. Tudo isso com um custo mensal de operação de R$ 2.000. O alcance da base, antes limitado, mais que dobrou.

O ROI financeiro completo será mensurado conforme o saneamento da base histórica avança. Com 20.000 disparos mensais a R$ 2.000 de investimento, cada ponto percentual de conversão em acordos representa receita diretamente recuperada. O potencial é expressivo, e os dados para quantificá-lo estão sendo estruturados agora.
Este é um case em construção, e é justamente aí que está o valor: a base para uma cobrança mais inteligente já foi lançada. Com o canal certo e os dados sendo organizados, o grupo passou a cobrar onde o cliente realmente está.
